25/04/2019

OMS: crianças pequenas não devem ficar horas em frente a telas

Com informações da Agência Brasil
OMS: crianças pequenas não devem ficar horas em frente a telas
Crianças de até 4 anos devem passar, no máximo, uma hora assistindo TV ou vídeos ou jogar no computador.[Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay]

Tempo frente às telas

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou uma recomendação de que crianças de até 4 anos devem passar, no máximo, uma hora em frente a telas de forma sedentária, incluindo assistir TV ou vídeos ou jogar no computador.

Para as crianças de 1 ano, não é recomendado tempo sedentário de tela.

Estudos citados pela entidade apontam que crianças de até 5 anos devem passar menos tempo sentadas em frente a telas ou contidos em carrinhos de bebê e assentos, ter melhor qualidade de sono e mais tempo para atividades físicas para crescerem saudáveis.

Nos casos de sedentarismo, a OMS encoraja, independente da idade, a leitura e a contação de história. A entidade também destacou a quantidade de sono adequada para a idade: 14-17 horas ( até 3 meses), 12-16 horas (4 a 11 meses), 11-14 horas (1 a 2 anos) e 10-13 horas (3 a 4 anos).

"O início da infância é um período de rápido desenvolvimento e um tempo quando os padrões de estilo de vida familiar podem ser adaptados para aumentar os ganhos de saúde," disse o diretor-geral da ONS, Tedros Ghebreyesus.

Guia contra sedentarismo

O estudo divulgado pela ONS é um guia sobre atividades físicas, comportamento sedentário e sono para crianças com até 5 anos.

Especialistas da organização avaliaram os efeitos sobre as crianças do sono inadequado, do tempo passado em frente a telas ou contidos em carrinhos de bebê e assentos e avaliaram os benefícios do aumento dos níveis de atividade.

"Aumentar a atividade física, reduzir o tempo de sedentarismo e assegurar qualidade de sono em crianças vai melhorar seus físicos, saúde mental e bem-estar e ajudar a prevenir a obesidade infantil e doenças associadas mais tarde em suas vidas", disse Fiona Bull, da OMS.

 

Fonte: Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br

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